Review: Café Cultural no CCBB

Domingo, estive no Centro Cultural Banco do Brasil daqui de São Paulo, para assistir uma sessão de cinema acessível (com legenda e audiodescrição) promovida por um final de semana por mês.

Cheguei mais rápido que o esperado, portanto decidi tomar um café enquanto aguardava os amigos com quem marquei de ver o filme, no Café Cultural do CCBB.

A decoração é muito bonita e possui uma vitrine com vários tipos de cafés: embalagem e uma plaquinha com texto sobre cada um deles ao lado. Pelo que vi, o forte da casa era o  café da Fazenda Pessegueiro, que é maravilhoso, mas um velho conhecido, então resolvi experimentar outro. Pelas descrições, gostei de um tal de “Arte Café” de origem de Guaxupé, escolhido por conta de uma querida amiga que nasceu nessa cidade, mas também pela descrição da bebida: doçura alta, encorpado, acidez saliente, alta persistência e creme aveludado. Como resistir a isso?

Imagem de um saco preto de café, com o rotulo com 4 quadrados, separando as letras por quadrado, formando a palavra ARTE. Ao lado, um pequeno retângulo com informações sobre a bebida: 100% arábica, Região: Guaxupé, MG. Blend: Catuaí Amarelho, Tupy e Novo Mundo, Processamento: bóia e cereja descasacado. Torra média. Doçura alta, encorpado, acidez saliente, alta persistencia e creme aveludado.Confesso que foi um dos melhores cafés que já provei. Mesmo sem açúcar, a doçura dele é marcante, com amargor baixíssimo. Chega a ser como um beijo de criança, sabe? Suave, que deixa a gente alegre, pelo sabor. Absolutamente bem tirado e já veio na temperatura ideal para ser sorvido (abomino café que queima a língua quando você prova).

Imagem de uma xícara de café expresso sobre o pires. Ao lado, uma pequena colher e um biscoitinho em forma de estrela.

Depois do filme, voltei ao café, desta vez acompanhada dos amigos. Como tinha ficado encantada com o tal Arte Café, preferi experimentar o capuccino da casa, muito gostoso, mas do tamanho grande, sem opção de xícara menor. Adoro capuccino, mas gosto de poder escolher entre dois tamanhos. Tem horas que a xícara “tamanho chá” desce como se tivesse tomado um balde de leite e meu estômago não permite que eu consuma mais nada.

Imagem do salão de café, com várias mesas redondas e cadeiras. Há várias pessoas sentadas e pode-se ver o balcão ao fundo e espelhos nas paredes atrás do balcão e das mesas.

O preço é bem em conta (a xícara de café saiu por R$3,00) e, segundo o site do CCBB, aos sábados e domingos, o Café funciona das 14 às 18hs. As mesas externas revelam uma faceta completamente diferente de São Paulo: o Centro com aquelas ruas que são como calçadas gigantes, prédios colados uns nos outros e uma cidade praticamente deserta, já que o centro fica vazio nos finais de semana. Se o clima, tal como neste domingo à tarde permitir, compensa!

Beijinhos,

Lak

p.s. quem quiser saber detalhes sobre a sessão de cinema acessível, é só dar uma passadinha no meu outro blog, o “Desculpe, não ouvi!“.

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