Café Fazenda Pessegueiro

Imagem de uma xícara de café pequena, sobre um pires. Ambos brancos, com desenho de morangos e folhas. O pires tem também uma linha verde que circula toda sua extensão. Em segundo plano, a embalagem do café, fina e retangular, com topo fechado em forma de triangulo, onde tem o desenho de telhas, imitando o telhado de uma casa. Na embalagem, há o desenho de uma casa antiga branca com detalhes das portas e janela azuis. E, mais baixo, um fundo azul escuro e, em letras brancas, os dizeres: Café Fazenda Pessegueiro, O Gourmet da Mogiana. Café Torrado e Moído - Ground Roasted Coffee - peso líquido: 250g. Os produtos estão sob uma tábua branca, em cima de uma pia de alumínio. Ao fundo, pode-se ver a parede de azulejos beje e, em ultimo plano, outra xícara de café, vazia e virada pra baixo.Não sei se já comentei aqui que não sou lá muito chegada a café de coador. Eu prefiro o espresso puro e nas suas milhares de versões. Em segundo lugar, fico com o café feito na Moka e, em terceiro, com… tcham tcham, cometendo uma heresia: café instantâneo.

Até tomo café de coador, claro, porque geralmente não recuso quando me oferecem café e essa é a forma mais comum de prepará-lo em casa. Mas, não posso dizer que é daqueles cafés que eu faço altos elogios e fico salivando só de imaginar.

Ou, pelo menos, não era até essa minha descoberta recente.

Eu já tinha experimentado o Café Fazenda Pessegueiro na versão espresso, que é o meu mogiana favorito, que eu tomava numa livraria perto do meu antigo apartamento. Aliás, foi com esse café que eu comecei a me apaixonar pelo espresso, porque como já contei aqui, eu tinha uma certa resistência com café até bem pouco tempo atrás.  Mas, virou um programa de tarde de sábado ou domingo, ir com o marido tomar uma xícara desse café de vez em quando e me apaixonei. Tempos depois, a livraria encerrou as atividades e foi reaberta com outro nome e trocaram tudo na cozinha e o café passou a ser de outra marca (tão boa quanto, mas não era o mesmo).

De vez em quando, encontro o Fazenda Pessegueiro em algum lugar, mas já não tenho a mesma oportunidade de tomá-lo com frequência.

Para quem tiver interesse de saber da origem desse café, o site deles é uma graça e explica bem todo o trabalho desde o plantio à colheita, passando pela torra até a embalagem, das várias modalidades em que é vendido.

Algo que achei muito legal de saber é que todos os frutos são colhidos sobre pano e nunca tocam diretamente o chão e o café é secado ao sol, sem passar por secagens artificiais.

Como o excelente mogiana que é, o Fazenda Pessegueiro é suave e adocicado, bastante aveludado, que pode ser tomado tranquilamente sem açúcar, sem nenhum resquício de careta (para quem gosta de café sem açúcar, claro) e levemente ácido.

Esses dias, encontrei por acaso num mercadinho na Liberdade a opção pra coador. Embora, como já disse, não seja declaradamente fã da bebida nesse preparo, trouxe para casa assim mesmo, dada a paixão que tenho pela marca.

Sem querer parecer que estou fazendo merchã da marca (estou, vai? mentir pra quê?), fui obrigada a rever todos os meus conceitos em relação ao café de coador! É tão ou até mais deliciosa que na versão em máquina de espresso. Absolutamente aveludado e sem qualquer toque de amargura. Tomei várias xícaras enquanto “revia os meus conceitos”.

Meu único porém é que a moagem é muito fina e não sei se ficaria lá muito bom feito na moka. Mas, tudo bem, ficou perfeita no coador!

Verdadeiramente recomendo!

Beijinhos,

Lak

p.s. quem quiser saber mais: Café Fazenda Pessegueiro.

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