Amargo ou docinho?

Retornando as atividades do blog, depois de um bom tempo de recesso.

Esses dias, me peguei pensando sobre a melhor maneira de se tomar café.

Falo isso, porque na hora de oferecer café às visitas que aparecem aqui em casa (geralmente, ofereço o de coador mesmo, já que minha mokinha só permite fazer uma xícara por vez e levaria anos para fazer xícara por xícara para todo mundo) a primeira coisa que pergunto nem é “você prefere café mais forte ou mais fraco?”, mas “você adoça o café? Açúcar ou adoçante?”.

As respostas variam absolutamente de uma pessoa para outra. E eu decidi investigar se havia uma preferência padrão. O que pude perceber é que – pelo menos entre os meus seguidores das redes sociais onde fiz a pergunta – a maioria prefere adoçar e com açúcar. A quantidade varia de pessoa para pessoa, mas que o povo adoça, adoça sim.

Dizem os maiores entendidos de café que o correto é NÃO adoçar, para se perceber melhor as características do café, o gosto verdadeiro do grão e etc.

Mas, cá entre nós, nem todo mundo tem afinidade com sabor amargo, minha dica é a seguinte: quando for experimentar um café diferente, seja pelo tipo de grão, seja pela marca do café, seja pelo tipo diferente de preparo, cheire o café antes de provar, prestando atenção em cada particularidade do aroma. Depois, experimente um primeiro gole sem adoçar. Deixe esse gole mais tempo na boca, para apreciar cada nota do café, percebendo melhor as propriedades características da bebida em especial. Só depois, adoce conforme seu gosto.

Fazer isso permite, inclusive, que você acerte na dosagem do açúcar, porque mesmo tendo aquele automatismo padrão colocar sempre a mesma quantidade de ‘adoçador’, para que a bebida fique sempre do jeito que você gosta, essa quantidade pode variar conforme o café.

Beijinhos,

Lak

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